8/23/2011

"Ian Curtis"

Ian Kevin Curtis (Trafford, 15 de julho de 1956 — Macclesfield, 18 de maio de 1980) foi o vocalista, letrista e guitarrista ocasional da banda Joy Division, a qual ele ajudou a formar em 1977 na cidade de Manchester, Inglaterra.

Infância

Ian Curtis nasceu no Memorial Hospital em Old Trafford, Manchester, em 1956, filho de Doreen Elizabeth Curtis e Kevin Curtis. Ele cresceu na área de Hurdsfield em Macclesfield. Ainda muito jovem, Ian já demonstrava talento para a composição de músicas e poesia. Embora tenha se formado na King's School de Macclesfield aos 11 anos de idade, Ian nunca demonstrou interesse no sucesso acadêmico, focando seus interesses e ambições na área da indústria musical.
Sua paixão pela música o levou a trabalhar numa loja de discos por um curto período de tempo. Ian também trabalhou como funcionário público em Manchester e, mais tarde, em Macclesfield.

Joy Division

Ian Curtis decidiu seu destino após assistir a uma apresentação dos Sex Pistols em 1976, onde ele se convenceu de que queria estar no palco, e não no meio do público. Ian então conheceu os jovens Bernard Sumner e Peter Hook. Ian tinha visto o cartaz dos dois garotos que estavam tentando formar uma banda e ele se propôs a ser o vocalista e escritor das letras — e os três então firmaram o acordo.
Os três recrutaram (e rejeitaram) uma sucessão de bateristas até a decisão de aceitar Stephen Morris como o quarto membro da banda, que se chamou Warsaw por um curto período de tempo até mudar seu nome para Joy Division, em 1978, por causa de conflitos com o nome de uma outra banda: Warsaw Pact.
Diz-se que a persistência de Ian Curtis ajudou a assegurar à banda um contrato de gravação com a hoje lendária gravadora Factory Records, de Tony Wilson. Ian convenceu Tony Wilson a permitir sua banda tocar "Shadowplay" no Granada Reports — um programa regional de televisão apresentado por Tony. Após estabelecer a Factory Records com Alan Erasmus, Tony Wilson aceitou a banda no seu selo.
Durante as apresentações do Joy Division, Ian Curtis desenvolveu um estilo único de dançar, reminiscente dos ataques epiléticos dos quais sofria, algumas vezes no palco. O efeito era tal que as pessoas que estavam no público não sabiam se ele estava dançando ou tendo um ataque. Ele algumas vezes desmaiou e teve de ter atendimento médico ainda no palco, já que sua saúde sofria com a intensa rotina de apresentações dos

Joy Division.

Muitas das canções que Ian Curtis escreveu são carregadas com imagens de dor emocional, morte, violência, alienação e degeneração urbana. Tais temas recorrentes levaram os fãs e a esposa de Ian, Deborah, a acreditar que Ian escrevia sobre sua própria vida. Ian certa vez comentou a respeito numa entrevista: "Escrevo sobre as diferentes formas que diferentes pessoas lidam com certos problemas, e como essas pessoas podem se adaptar e conviver com eles".
Ian cantava com um estranho timbre baixo-barítono, o que fazia com que sua voz parecesse pertencer a alguém muito mais velho que ele realmente era. Ele também era fascinado pela escaleta Hohner, um instrumento que foi mostrado a ele pela esposa de Tony Wilson, Lindsey Reade, pouco tempo antes da morte de Ian. Ele utilizou o instrumento ao vivo pela primeira vez durante uma passagem de som do Leigh Rock Festival em 1979, após o que ele adquiriu uma coleção de oito desses instrumentos. A fascinação de Ian Curtis pela escaleta levaria Bernard Sumner a utilizar o instrumento tempos depois, no New Order
Os Joy Division, e em particular Ian Curtis, tiveram seu estilo de gravação desenvolvido pelo produtor Martin Hannett. Alguns de seus trabalhos mais inovativos foram criados no Cargo Recording Studios em 1979, um estúdio que fora desenvolvido por John Peel e seus investimentos financeiros. John Peel era um grande fã do Joy Division e de Ian Curtis.
Ian Curtis foi fortemente influenciado pelos escritores William Burroughs, J G Ballard e Joseph Conrad — os títulos das canções "Interzone", "Atrocity Exhibition" e "Colony" vieram dos três autores, respectivamente. Ian também foi influenciado pelos vocalistas Jim Morrison, Lou Reed, Iggy Pop e David Bowie.

Morte

A última apresentação ao vivo de Ian Curtis aconteceu no dia 2 de maio de 1980, na Universidade de Birmingham, e aconteceu no mesmo mês de sua morte. Essa apresentação incluiu a primeira e última performance da música "Ceremony" pelos Joy Division — música que foi depois usada pelos New Order. A última música que Ian Curtis executou frente ao público foi "Digital". A gravação da apresentação pode ser encontrada no álbum de compilações Still.
Os problemas pessoais de Ian Curtis, como o divórcio conturbado da sua esposa e um caso extra-conjugal com a jornalista belga Annik Honoré, poderão ter contribuído para o suicídio de Ian, que se enforcou aos 23 anos de idade. De acordo com o livro Touching From A Distance, Ian ingeriu uma overdose de medicamentos para epilepsia e foi parar num hospital poucos meses antes de sua morte. Acredita-se que tal overdose tenha sido um "pedido de socorro", mas Ian disse a seus companheiros de banda que não havia ingerido uma overdose. O livro conta que Bernard Sumner levou Ian a um cemitério após sua saída do hospital, para lhe mostrar onde ele poderia ter ido parar caso a overdose tivesse sido fatal.
Na noite em que Ian Curtis cometeu suicídio, dias antes do início da primeira turnê do Joy Division nos Estados Unidos, ele assistiu a um de seus filmes favoritos, Stroszek, de Werner Herzog, enquanto ouvia Weeping, momentos antes de se enforcar falou por telefone com um amigo, nomeadamente membro de uma banda. Mais tarde ele se enforcou em sua cozinha, segundo se conta, ouvindo o disco The Idiot, de Iggy Pop. Os pontos de vista e as preferências de Ian Curtis continuam a gerar especulações sobre as reais razões pelas quais ele resolveu tirar a própria vida. Alguns dizem que ele simplesmente desejou morrer jovem. Mas o facto é que Ian já era conturbado em sua adolescência, com pensamentos e ideologias de contracultura, uma mente provavelmente já farta do mundo ao seu redor.
Ian Curtis foi cremado e as suas cinzas foram enterradas em Macclesfield, com uma lápide com a inscrição "Love Will Tear Us Apart" ("O Amor Vai Nos Separar"). O epitáfio, escolhido por sua esposa Deborah, é uma referência à canção mais conhecida do Joy Division

Legado

Os membros remanescentes do Joy Division formaram a banda New Order após a morte de Ian Curtis. A banda havia feito um acordo de que os Joy Division não continuariam se um dos membros deixasse a banda ou morresse. O primeiro álbum dos New Order, Movement, possui uma canção intitulada I.C.B., que significa "Ian Curtis Buried" ("Ian Curtis Enterrado").
Em maio de 2007, um filme britânico sobre a vida e a morte de Ian Curtis, intitulado Control, estreou no Festival de Cannes. No papel de Ian Curtis está o actor britânico Sam Riley (em seu primeiro filme como actor principal), que nasceu em 1980, cerca de quatro meses antes do suicídio de Ian Curtis. O filme é dirigido pelo holandês Anton Corbijn.


Fonte Wikipedia

"Você Sabia?"




O orgasmo do porco dura 30 minutos?

Alguns insetos conseguem viver até um ano sem a cabeça?

Um prato de feijoada leva de 6 a 8 horas para ser digerido?








8/22/2011

"Tudo que você sempre quis saber sobre a morte mais tinha medo de perguntar"

a MoRtE

A morte (do latim mors), o óbito (do latim obitu)[2], falecimento (falecer+mento)[3] ou passamento (passar+mento)[4], ou ainda desencarne (deixar a carne)[5] são termos que podem referir-se tanto ao término da vida de um organismo como ao estado desse organismo depois do evento. As alegorias comuns da morte são o Anjo da Morte, a cor negra, ou o famoso túnel com luminosidade ao fundo.
A morte é o fenômeno natural que mais se tem discutido tanto em religião, ciência, opiniões diversas. O Homem, desde o princípio dos tempos, tem a caracterizado com misticismo, magia, mistério, segredo. Para os céticos, a morte compreende o cessar da consciência, exatamente quando o cérebro deixa de executar suas funcionalidades

Considerações

Biologicamente, a morte pode ocorrer para o todo o organismo ou apenas para parte dele. É possível para células individuais, ou mesmo órgãos, morrerem e ainda assim o organismo ,continuar a viver. Muitas células individuais vivem por apenas pouco tempo e a maior parte das células de um organismo são continuamente substituídas por novas células.
A substituição de células, através da divisão celular, é definida pelo tamanho dos telômeros e ao fim de um certo número de divisões, cessa. Ao final deste ciclo de renovação celular, não há mais replicação, e o organismo terá de funcionar com cada vez menos células. Isso influenciará o desempenho dos órgãos num processo degenerativo até o ponto em que não haverá mais condições de propagação de sinais químicos para o funcionamento das funções vitais do organismo; o que seria morte natural por velhice.
Também é possível que um animal continue vivo, mas sem sinal de atividade cerebral (morte cerebral); nestas condições, tecidos e órgãos vivem e podem ser usados para transplante. Porém, neste caso, os tecidos sobreviventes precisam ser removidos e transplantados rapidamente ou morrerão também. Em raros casos, algumas células podem sobreviver, como no caso de Henrietta Lacks (um caso em que células cancerígenas foram retiradas do seu corpo por um cientista, continuando a multiplicar-se indefinidamente).
A irreversibilidade é normalmente citada como um atributo da morte. Cientificamente, é impossível trazer de novo à vida um organismo morto. Se um organismo vive, é porque ainda não morreu anteriormente, embora exista um grupo de animais invertebrados, os Rotifera, que possuem uma capacidade denominada criptobiose, que consiste no "cessar" metabólico quando as condições ambientais não estão favoráveis e se manter assim por meses ou anos até as condições se reestabelecerem. Se considerarmos morte essa parada metabólica, esses animais morrem e depois revivem. Muitas pessoas não acreditam que a morte física é sempre e necessariamente irreversível, enquanto outras acreditam em ressuscitação do espírito ou do corpo e outras ainda, têm esperança que futuros avanços científicos e tecnológicos possam trazê-las de volta à vida, utilizando técnicas ainda embrionárias, tais como a criogenia ou outros meios de ressuscitação ainda por descobrir.
Alguns biólogos acreditam que a função da morte é primariamente permitir a evolução.

Historicamente, tentativas de definir o momento exato da morte foram problemáticas. A identificação do momento exato da morte é importante, entre outros casos, no transplante de órgãos, porque tais órgãos precisam de ser transplantados (cirurgicamente) o mais rápido possível.
Morte foi anteriormente definida como parada cardíaca e respiratória mas, com o desenvolvimento da ressuscitação cardiopulmonar e da desfibrilação, surgia um dilema: ou a definição de morte estava errada, ou técnicas que realmente ressuscitavam uma pessoa foram descobertas (em vários casos, respiração e pulso cardíaco podem ser restabelecidos). A primeira explicação foi aceita, e atualmente, a definição médica de morte é conhecida como morte clínica, morte cerebral ou parada cardíaca irreversível. A morte cerebral é definida pela cessão de atividade eléctrica no cérebro. Porém, aqueles que mantêm que apenas o neo-córtex do cérebro é necessário para a consciência argumentam que só a atividade eléctrica do neo-córtex deve ser considerada para definir a morte. Na maioria das vezes, é usada uma definição mais conservadora de morte: a interrupção da atividade elétrica no cérebro como um todo, e não apenas no neo-córtex, é adoptada, como, por exemplo, na "Definição Uniforme de Morte" nos Estados Unidos.
Até nesses casos, a definição de morte pode ser difícil. EEGs podem detectar pequenos impulsos elétricos onde nenhum existe, enquanto houve casos onde atividade cerebral em um dado cérebro mostrou-se baixa demais para que EEGs os detectassem. Por causa disso, vários hospitais possuem elaborados protocolos determinando morte envolvendo EEGs em intervalos separados.
A história médica contem muitas referências a pessoas que foram declaradas mortas por médicos, e durante os procedimentos para embalsamento eram encontradas vivas. Histórias de pessoas enterradas vivas (e assumindo que não foram embalsamadas) levaram um inventor no começo do século XX a desenhar um sistema de alarme que poderia ser ativado dentro do caixão.
Por causa das dificuldades na definição de morte, na maioria dos protocolos de emergência, mais de uma confirmação de morte (de médicos diferentes) é necessária. Alguns protocolos de treinamento, por exemplo, afirmam que uma pessoa não deve ser considerada morta a não ser que indicações óbvias que a morte ocorreu existam, como decapitação ou dano extremo ao corpo. Face a qualquer possibilidade de vida, e na ausência de uma ordem de não-ressuscitação, equipes de emergência devem proceder ao transporte o mais imediato possível até ao hospital, para que o paciente possa ser examinado por um médico. Isso leva à situação comum de um paciente ser dado como morto à chegada do hospital.

Pós-morte.

A questão de o que acontece, especialmente com os humanos, durante e após a morte (ou o que acontece "uma vez morto", se pensarmos na morte como um estado permanente) é uma interrogação frequente, latente mesmo, na psique humana. Tais questões vêm de longa data, e a crença numa vida após a morte como a reencarnação ou ida a outros mundos é comum e antiga (veja submundo). Para muitos, a crença e informações sobre a vida após a morte são uma consolação ou uma cobarvia em relação à morte de um ser amado ou à prospecção da sua própria morte. Por outro lado, medo do Inferno ou de outras consequências negativas podem tornar a morte algo mais temido. A contemplação humana da morte é uma motivação importante para o desenvolvimento de sistemas de crenças e religiões organizadas. Por essa razão, palavra passamento quando dita por um espírita, significa a morte do corpo. A passagem da vida corpórea para a vida espiritual.
Apesar desse ser conceito comum a muitas crenças, ela normalmente segue padrões diferentes de definição de acordo com cada filosofia. Várias religiões creem que após a morte o ser vivo ficaria junto do seu criador (Deus).
Muitos antropólogos sentem que os enterros fúnebres atribuídos ao Homem de NeanderthalHomo neanderthalensis, onde corpos ornamentados estão em covas cuidadosamente escavadas, decoradas com flores e outros motivos simbólicos, é evidência de antiga crença na vida após a morte.
Do ponto de vista científico, não se pode confirmar nem rejeitar a idéia de uma vida após a morte. Embora grande parte da comunidade científica sustente que isso não é um assunto que caiba à ciência resolver, muitos cientistas tentaram entrar nesse campo estudando as chamadas "experiências de quase-morte", e o conceito de "vida" se associa ao de "consciência". São consideradas duas hipóteses:
• A consciência existe unicamente como resultado de correlações da matéria. Se esta hipótese for verdadeira, a vida cessa de existir no momento da morte.
• A consciência não tem origem física, apenas usa o corpo como instrumento para se expressar. Se esta hipótese for verdadeira, certamente há uma existência de consciência após a morte e provavelmente antes da morte, também, o que induziria às tentativas de validação da reencarnação.
Até quando (e se) a ciência conseguir demonstrar alguma dessas hipóteses, esse assunto continuará a ser uma questão de fé para a grande maioria das pessoas.
A morte como uma entidade sensível é um conceito que existe em muitas sociedades desde o início da história. A morte também é representada por uma figura mitológica em várias culturas. Na iconografia ocidental ela é usualmente representada como uma figura esquelética vestida de manta negra com capuz e portando uma foice/gadanha. É representada nas cartas do Tarot e frequentemente ilustrada na literatura e nas artes. A associação da imagem com o ceifador está relacionada ao trigo, que na Bíblia simboliza a vida. Em inglês, é geralmente dado à morte o nome de "Grim Reaper". Também é dado o nome de Anjo da Morte (em hebraico: מַלְאַךְ הַמָּוֶת Malach HaMavet), decorrente da Bíblia.
A morte também é uma figura mitológica que tem existido na mitologia e na cultura popular desde o surgimento dos contadores de histórias. Na mitologia grega, Tânato seria a divindade que personificava a morte, e Hades, o deus do mundo da morte.
Em alguns casos, essa personificação da morte é realmente capaz de causar a morte da vítima,[6] gerando histórias de que ela pode ser subornada, enganada, ou iludida, a fim de manter uma vida. Outras crenças consideram que o espectro da morte é apenas um psicopompo e serve para cortar os laços antigos entre a alma e o corpo e para orientar o falecido ao outro mundo sem ter qualquer controle sobre o fato da morte da vítima.
Morte em muitas línguas é personificada na forma masculina (como no inglês), enquanto em outros ela é percebida como uma personagem feminina (por exemplo, em línguas eslavas e latinas). A série supernatural apresentou uma visão nova da morte onde um dos cavaleiros do apocalipse e a morte na condição humana, discutem com o personagem principal sobre sua origem, ao qual ele afirma ser mais velho do que Deus, e que acima do que céus e terra, além de ter existido também em outros planetas, tendo levando a vida lá também para o abismo.

Na literatura

A morte de Abel, interpretação do homicídio descrito na Bíblia por Gustave Doré.
Como Oscar Wilde escreveu tão elegantemente: "(...) Morte é o fim da vida, e toda a gente teme isso, só a Morte é temida pela Vida, e as duas reflectem-se em cada uma (...)"
"(...) desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor (...)" (Filipenses 2:12) A visão da Bíblia sobre a Morte.
A morte é considerada através de várias perspectivas na literatura de todo o mundo. Encaramos a morte, lidamos com o falecimento de entes queridos e desconhecidos, discutimos o seu significado religioso, filosófico, social, etc.
Muitos autores usaram-na como via para expressar o que há depois da vida, sob a perspectiva de várias teorias. As três mais divulgadas e preponderantes são:
• A teoria da "Extinção Absoluta" permanente da vida ao ocorrer a morte física, ou teoria Materialista (monista);
• A teoria do "Céu e Inferno" numa vida eterna para além da física e determinada pela conduta na vida física, ou teoria Teológica
• A teoria da reencarnação através de renascimentos sucessivos em corpos físicos e com diferentes experiências de vida para alcançar a expansão de consciência e perfeição espiritual, ou teoria do Renascimento (dualista).

Na ciência

A morte, no ramo das ciências, é estudada pela tanatologia. Nesse sentido são estudados causas, circunstâncias, fenômenos e repercussões jurídico-sociais, sendo amplamente utilizados na medicina legal. No Brasil o diagnóstico da morte é regido pela resolução 1.480/97 do Conselho Federal de Medicina. A morte também é estudada em outros ramos da ciência, notadamente os relacionados a tratar doenças e traumatismos evitando que elas ocorram. No mesmo sentido uma das estatísticas mundialmente utilizadas para ações governamentais de prevenção são as taxas de mortalidade. Alguns estudos da ciência abordam as experiências de quase morte no sentido de entender os fenômenos correlacionados na quase morte.

A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos geralmente para cada mil habitantes em uma dada região em um período de tempo.
A taxa de mortalidade pode ser tida como um forte indicador social, já que quanto piores as condições de vida, maior a taxa de mortalidade e menor a esperança de vida. No entanto, pode ser fortemente afetada pela longevidade da população, perdendo a sensibilidade para acompanhamento demográfico.
Outros indicadores de saúde, como a taxa de mortalidade infantil, são mais significativos, pois têm forte correlação com as condições de vida em geral.
Experiencias de quase morte
Um dos ramos da ciência relatados através de vários casos de quase morte estuda os sentimentos declarados de pacientes que recuperaram suas funções vitais depois de uma intervenção médica. São comuns relatos de pessoas que dizem ter visto uma luz, um túnel iluminado e às vezes vendo-se a si mesmo, fora do próprio corpo, durante uma cirurgia. Esses relatos dividem opiniões de especialistas que defendem as causas religiosas no sentido de que a "luz" vivenciada pelos pacientes de quase morte era a luz para o caminho dos céus. A ciência tenta explicar esse fenômeno através de alterações químicas no cérebro, especialmente pela falta de oxigenação em cirurgias graves, fazendo o paciente ter alucinações nesse período de intervenção.
O Dr. Raymond Moody cunhou o termo "experiência de quase-morte" em seu livro escrito em 1975, "Vida após a vida". O livro ganhou atenção do público para o conceito de experiência de quase-morte. Entretanto, relatos dessas experiências sempre ocorreram na história. A obra "República", de Platão, escrita em 360 a.C., contém a lenda de um soldado chamado Er que teve uma experiência semelhante depois de ter sido ferido em combate. Er descreveu sua alma deixando seu corpo e, do céu, viu-a sendo julgada junto com outras almas[7]
A maioria das "experiência de quase-morte" tem as seguintes percepções:
• Sensações de tranquilidade - essas sensações podem incluir paz, aceitação da morte, conforto físico e emocional
• Luz radiante, pura e intensa - é uma luz que muitas vezes preenche o quarto. Em vários casos os pacientes associam-na ao Céu à Deus
• Experiências fora do corpo - a pessoa sente que deixou seu corpo. Ela pode olhar para baixo e ver o corpo, geralmente descrevendo a visão dos médicos trabalhando nele.
• Entrando em outra realidade ou dimensão - dependendo das crenças religiosas da pessoa ela pode se sentir entrando num portal de novas dimensões
• Seres espirituais - a pessoa sente-se encontrando "seres de luz" ou de outras representações de entidades espirituais. Ela pode perceber esses seres como entes queridos que morreram, anjos, santos ou Deus

Culto dos mortos em Portugal

Segundo Leite de Vasconcelos na noite de Todos os Santos, em Barqueiros, era tradição preparar, à meia-noite, uma mesa com castanhas para os mortos da família irem comer; ninguém mais tocava nas castanhas porque se dizia que estavam “babada dos defuntos”. É também costume deixar um lugar vago à mesa para o morto ou deixar a mesa cheia de iguarias toda a noite da consoada para as "alminhas".
Leite de Vasconcelos também considerava o magusto, festa popular em que amigos e famílias se juntam para assar e comer castanhas, como o vestígio de um antigo sacrifício em honra dos mortos.
Nesta noite ninguém cuide
Encontrar-se à mesa a sós!
Porque os nossos q'ridos mortos
Vão sentar-se junto a nós.
Outra manifestação do culto dos mortos são as alminhas e os cruzeiros pequenos monumentos de devoção que se encontram frequentemente na beira dos caminhos.
Segundo a fé cristã, Jesus foi o único a vencer a morte.

O conceito de morte, interessando a áreas tão diversas como as ciências biológicas, jurídicas, sociais e à religião, está longe de ter um consenso quanto ao momento real de sua ocorrência. Observada do ponto de vista biológico, e atentando-se para o corpo como um todo, a morte não é fato único e instantâneo, antes o resultado de uma série de processos, de uma transição gradual.
Levando-se em consideração as diferentes resistências vitais à privação de oxigênio das células, tecidos, órgãos e sistemas que integram o corpo, pode admitir-se que a morte é um verdadeiro "processo incoativo", que passa por diversos estágios.
Cada campo do conhecimento e cada ramo da medicina acabaram por tomar um momento desse processo, adotando-o como critério definidor de morte. A Medicina Legal teve de adotar uma determinada etapa do citado processo como o seu critério de morte e, para tanto, optou pela etapa da morte clínica.
Até não há muito tempo, uma das grandes questões era poder determinar se uma pessoa, realmente estava morta, ou se encontrava em um estado de morte aparente. Tudo isso visando evitar o enterro precipitado, que seria fatal nesta última situação. O fato assumiu tal importância que chegou a influenciar os legisladores, que acabaram por colocar, na legislação adjetiva civil, prazos mínimos para a implementação de certos procedimentos como a necropsia e o sepultamento.
O aparecimento de modernas técnicas de ressuscitação cardiopulmonar e de manutenção artificial de algumas funções vitais, como a respiração - respiradores mecânicos, oxigenadores - e a circulação - bomba de circulação extracorpórea -, mesmo na vigência da perda total e irreversível da atividade encefálica, criou a necessidade de rever os critérios definição de morte.
A atividade neurológica é a única das funções vitais que, até o presente momento, não teve condições, em que pesem os avanços tecnológicos, de ser suplementada nem de ter suas funções mantidas por qualquer meio artificial. Daí que a sua irrecuperabilidade ou a sua extinção possam ser considerados sinônimos da própria extinção da vida.
Mas é a nível neurológico que ocorrem os mais variados e sutis estados intermediários entre a vida e a morte, denominados "estados fronteiriços".
Alguns desses "estados fronteiriços" se encontram mais próximos da morte, como os "comas ultrapassados" (carus ou "coma dépassé"), com desaparecimento da vida de relação e, mesmo com conservação da vida vegetativa, se tornam crônicos ou irreversíveis. Outras formas, por outro lado, encontram-se mais próximas da vida, como os denominados estados de "morte aparente".
A morte aparente pode ser definida como um estado transitório em que as funções vitais "aparentemente" são abolidas, em consequências de uma doença ou entidade mórbida que simula a morte. Nesses casos, que também podem ser provocados por acidentes ou pelo uso abusivo de substâncias depressoras do sistema nervoso central (SNC), a temperatura corporal pode cair sensivelmente e ocorre um rebaixamento das funções cardiorrespiratórias de tal envergadura que oferecem, ao simples exame clínico, a aparência de morte real.
É inconteste que, nesse quadro, a vida continua sem que, contudo, se manifestem sinais externos: os batimentos cardíacos são imperceptíveis, os movimentos respiratórios praticamente não são apreciáveis, ao tempo que inexistem elementos de motricidade e de sensibilidade cutânea.
Assim, a denominada tríade de Thoinot define, clinicamente, o estado de morte aparente:
• imobilidade,
• ausência aparente da respiração e
• ausência de circulação.
A duração desse estado foi um dos elementos que mais aguçaram a curiosidade dos pesquisadores. Historicamente, surgiram opiniões das mais díspares, indo desde alguns minutos até dias de morte aparente.
Sincopal
É a mais frequente das causas, resultando, em geral, de uma perturbação cardiovascular central ou periférica, bem como por perturbação encefálica ou metabólica.
Histérica (letargia e catalepsia)
As crises histéricas ocupam o segundo lugar em frequência na produção de estados de morte aparente. O termo genérico letargia designa todos os estados de sopor de longa duração, acompanhados de perda de movimentos, sensibilidade e consciência, que podem ser confundidos com a morte real.
Asfíctica
É também uma das causas assaz frequentes de morte aparente. Manifesta-se sob duas formas:
1. mecânica: quer com via aérea livre, quer com a via obstruída, e
Tóxica
Compreenda a anestesia e a utilização de morfina ou outros alcalóides do ópio (heroína) em doses tóxicas.
Apoplética
É causada pela congestão (ingurgitação) e hemorragia no território de uma artéria encefálica (em geral, a lentículo-estriatal). É mais frequente em
Traumática
Que ocorre em casos em que se produzem outros efeitos gerais simultâneos, como:
• Elétrica (por eletropressão ou fulguração)
Pode observar-se nos atingidos por descargas de eletricidade comercial e que sobrevivem, quedando em um estado de morte aparente. Pode ser vista também em pessoas afetadas pela indução de descargas de eletricidade natural (queroaurância) - fulguração - em uma área de 30 a 60 m de diâmetro, em torno do ponto da faísca.
• Térmica (termopatias e eriopatias)
A morte aparente, nesses casos, sobrevém quando falham os mecanismos de regulação da temperatura corporal decorrente de um desequilíbrio no nível de combustão intra-orgânica. As termopatias ocorrem nos casos de "golpes de calor" hipertérmicos ou de hiperirexia, com retenção calórica. É uma ocorrência mais frequente no verão ou em regiões com altas temperaturas e elevada taxa de umidade relativa ambiente, em pessoas com patologias preexistentes ou sem elas, idosos e crianças, mais sensíveis ao calor.
• Criopatia
A morte aparente por criopatia ocorre quando há hipotermia global aguda. Observa-se, com frequência, em ébrios que dormem ao relento nos quais a vasodilatação periférica aumenta a perda calórica, facilitando a hiportermia. também nas crianças desabrigadas na época invernal; nos acidentes com queda das vítimas ao mar (pilotos, náufragos); e até por causas iatrogênicas (transfusões de sangue frio). O estado de morte aparente pode instalar-se quando a temperatura central chegue abaixo dos 32 °C.
Causas gerais
A morte aparente pode observar-se em algumas formas terminais de cólera, na eclâmpsia durante o período comatoso, e em alguns casos de epilepsia.

Morte rápida
Denomina-se morte rápida ou súbita aquela que, pela brevidade de instalação do processo - em questão de segundos - não possibilita que seja realizada uma pesquisa profunda e uma observação acurada dos sintomas clínicos, hábil a ensejar um diagnóstico com certeza e segurança, nem poder instituir um tratamento adequado, e muitas vezes, sequer elidir se houve ou não violência.

Morte lenta

Recebe o nome de morte lenta ou agônica aquela que, em geral, vem de maneira esperada, devagar, significando a culminação de um estado mórbido, isto é, de uma doença ou da evolução de um tratamento.
Afora as características e dados que eventualmente aflorem do exame perinecroscópico, alguns dos quais podem apontar para morte rápida - e.g. espasmo cadavérico - outros também podem orientar no sentido de uma morte lenta, demorada, ponto final de uma longa agonia, tal o caso da emaciação, da caquexia, da presença de extensas escaras de apoio, entre outros exemplos

Fonte: Wikipedia

8/19/2011

“O Devaneio de Franchico Padilha em seu encontro com Waldemar Bastos”



Era uma sexta-feira quando sai para um tour noturno afim de abiscoitar alguns momentos de sexo, drogas e Rock’n Roll...a principio uma noite calma sentado a beira-mar com meu copo de absinto e algumas drágeas e cápsulas......não que eu fosse um astronauta mais conseguem me entender!
Lá pelas dez da noite eis que surge a minha frente como se estivesse abrolhado do Mundo para noite carioca,WALDEMAR BASTOS..figura carismática e acolhedora, obviamente fiquei sabendo mais tarde que estes atributos eram apenas quando se intitulava por WALDEMAR , pois iria conhecer mais tarde a sua outra face sombria, a de “BASTOS”,
Nos cumprimentamos e passamos a caminhar atrás de algumas coisas que fizessem valer a noite, chegamos em um quiosque e pedimos um drink ao som de Zé Ramalho, permanecíamos sentado quando o “ainda” Waldemar avistou uma Sereia a beira mar e me comunicou de pronto.

W – Veja estou vendo ela.
F – Quem?
W- A Sereia, aquela mesma que há 20 anos atrás me mostrou o conhecimento dos mares.
F- Porra Waldemar, não estou vendo nada...inclusive notei que estou com uma cápsula a menos.

Sem pestanejar Waldemar falou que iria se encontrar com a Sereia e desapareceu em meio á barracas e ondas, não sei se pela minha embriagues ou pela Vista curta mais o perdi,.... vinte minutos depois eis que me aprece com um sorriso buliçoso em sua face e me disse:

W – Venha!, vamos sair daqui.
F – Pra onde Waldemar?
B – Waldemar?, quem vos fala agora é BASTOS, me siga e não fale mais nada
F – Se queres assim. Assim será.

Nesta hora eu já estava mais do que louco e não pestanejei em acompanhá-lo, Bastos estava estranho, tão psicopata que minha candura demorou a perceber.
Ao longo de nossa caminhada insana resolvemos parar em um local para tomarmos algo, foi quando ao me virar não mais o vi....sumiu como se volatilizasse em meio a bebida alcoólica.
Notei que vinha um som dançante do andar de cima e resolvi conferir, ao chegar observei que não existia nenhuma banda, pessoas e muito menos DJ, aprofundando me deparei com a cena sublime, Bastos dançava em total transe com uma bela mulher que ao observar serenamente percebi que se tratava de uma Sereia.....mais de onde vinha a música?,cadê as pessoas? de onde veio o chapéu boêmio e o charuto? Conjeturei a me envolver com a musica e sobrenadar como se estivesse no mais alto grau da heroína.
Aquilo deve ter durado a noite inteira pois quando dei por mim estava no mesmo lugar que encontrei Waldemar Bastos, ou Basto?, ou Waldemar?.....enfim, sei que depois desta noite Waldemar virou Bastos e Bastos virou Waldemar.

Franchico Padilha


"Virus 27"


O Vírus 27 é uma banda brasileira de streetpunk/oi! de São Paulo.
A banda foi formada em 1982. Eles começaram fazendo um som mais hardcore punk, igual a maioria das bandas da época. O nome da banda foi tirada do selo americano Alternative Tentacles, devido ao fundador da banda ser muito fã do Dead Kennedys. Ele morreu algum tempo depois, ainda nos ano 80
Suas primeiras gravações aparecem em 1985, na coletânea Ataque Sonoro. Um ano depois é lançado Parasitas Obrigatórios. Um clássico do underground mundial, o álbum mostra a banda se afastando sultilmente do hardcore punk para um som mais streetpunk/oi! como as bandas Garotos Podres e Histeria. No entanto, o som e as letras continuam as mesmas: ácidas, críticas, rueiras e raivosas, como sempre foram.
Na segunda metade dos anos 80, a banda evolui nas idéias e caminha politicamente para o nacionalismo, lançando o álbum Brasil Oi'. Nessa época, havia muitas brigas entre diversos grupos (Devastação Punk, Carecas do Subúrbio, SP-Punk, ABC, WPSP, etc.) em São Paulo. Os shows da Vírus 27, além de raros, sempre foram uma reunião da maioria das bancas, justamente pela banda ser skunk, ou seja, punks e skins tocando juntos.
A banda está na ativa até hoje, mas parece que - depois de quase 30 anos - está fazendo os últimos shows: em SP com Grinders, e em Macaé - RJ, dia 06.06.2009 ao lado do Endstufe, Bandeira de Combate + 9 bandas, evento batizado como Skincore Fest.
• Joe 90 - vocal&guitarra
• Emersom - baixo
• Rodrigo - bateria
Discografia
Álbuns de estúdio
• Parasitas Obrigatórios 1986
• Brasil Oi! (1988)
• Caso Sério!!! (1996)
Coletâneas
• Ataque Sonoro(1985)
• Ronda Alternativa (1988)
• Oi! Um Grito de União (1995)

Fonte: Wiki

A Cadeira Elétrica e a Pena de Morte


Instrumento de aplicação da pena de morte por eletrocução inventado e utilizado essencialmente nos Estados Unidos da América, onde o condenado é imobilizado numa cadeira, sofrendo depois tensões elétricas de 20 000 volts. Seu uso foi largamente abandonado ultimamente, sendo substituída pela injeção letal.
O condenado à morte é colocado sentado e amarrado a uma cadeira especial. Colocam-se eletrodos em certas partes do corpo, normalmente uma parte do crânio raspado e uma parte inferior do corpo. Uma melhor condutividade é obtida colocando-se esponjas molhadas de uma solução condutora (eletrólitos) nos eletrodos; antigamente, os executores contentavam-se em molhar bastante a zona de contato.
Acidentes ocorreram, principalmente pela má colocação da solução condutora ou a contatos defeituosos nos eletrodos. Nestes casos, a agonia do condenado prolonga-se, e a pele e carne em contato com o eletrodo podem queimar e desprender fumaça.
No estado da Flórida, as execuções fracassadas de 1990, 1997 e 1999 chamaram a atenção da mídia. Por essas razões, o uso da cadeira elétrica, inicialmente inventada para ser um meio de execução moderno, eficaz e “humano”, foi contestado e abandonado na grande maioria dos estados que o empregavam.

fonte:poeira cósmica


8/18/2011

Gary Numan

Gary numan


Gary Numan nasceu a 8 de março de 1958 no Reino unido, com o nome de Gary Webb. A princípio no comando do Tubeway Army, com um som inspirado pelo punk rock da época, Gary Numan destacou-se com o seu som sintetizado retomando uma linha de rock electrónico praticado anteriormente por Ultravox e David Bowie, inspirado por clássicos da ficção científica como K.Dick… Em termos líricos, há recorrência dos temas de alienação, futuristas e anti-religião.
No decorrer dos anos 80 abandonou as aparições ao vivo preferindo se dedicar apenas as gravações em estúdios.

Os seus maiores sucessos são “Are ‘friends’ electric?”, “Down in the Park” e “Cars”. Na última década, Numan voltou à sonoridade obscura que marcou os seus primeiros êxitos, inspirando-se, curiosamente, nos artistas que se inspiraram pelo próprio, assim como Marilyn Manson, Nine Inch Nails e Depeche Mode.

                                                                     Cars

Assista agora Up in Smoke com "Cheech & Chong"



Gravadora lançará box especial do The Smiths

Serão lançadas apenas três mil cópias de The Smiths Complete - Deluxe Collectors Box Set

The Smiths Complete - Deluxe Collectors Box Set terá CDs, vinis e todos os singles da banda

A gravadora Rhino Records está preparando um elaborado box com praticamente tudo que o Smiths já gravou. The Smiths Complete - Deluxe Collectors Box Set tem lançamento previsto para 3 de outubro, e incluirá versões remasterizadas de oito discos da banda (em CD e vinil), relançamentos de todos os 25 singles em vinil 7', um DVD com todos os clipes, textos, pôsteres e arte variados. Todos os LPs e singles serão prensados em vinil 180 gramas de alta qualidade.
O box, dedicado a colecionadores - serão apenas três mil cópias ao redor do globo - terá os quatro discos de estúdio da banda , um disco ao vivo e três coletâneas. Haverá duas caixas reduzidas - uma só com os CDs, outra só com os vinis.

Veja abaixo a lista de discos e singles da The Smiths Complete - Deluxe Collectors Box Set:

Discos de estúdio
The Smiths (1984)
Meat Is Murder (1985)
The Queen Is Dead (1986)
Strangeways, Here We Come (1987)

Disco ao vivo
Rank (1988)

Coletâneas
Hatful of Hollow (1984)
The World Won't Listen (1987)
Louder Than Bombs (1987)

Singles
1 - "Hand In Glove"/ "Handsome Devil" (Live)
2 - "Reel Around The Fountain"/ "Jeane"
3 - "This Charming Man"/ "Jeane"
4 - "What Difference Does It Make?"/ "Back To The Old House"
5 - "Heaven Knows I'm Miserable Now"/ "Suffer Little Children"
6 - "William, It Was Really Nothing"/ "Please Please Please Let Me Get What I Want"
7 - "How Soon Is Now"/ "Well I Wonder"
8 - "Shakespeare's Sister"/ "What She Said"
9 - "The Headmaster Ritual"/ "Oscillate Wildly"
10 - "That Joke Isn't Funny Anymore"/ "Meat Is Murder" (Live)
11 - "The Boy With The Thorn In His Side"/ "Asleep"
12 - "Bigmouth Strikes Again"/ "Money Changes Everything"
13 - "Panic"/ "Vicar In A Tutu"
14 - "Ask"/ "Cemetry Gates"
15 - "Shoplifters Of The World Unite"/ "Half A Person"
16 - "Sheila Take A Bow"/ "Is It Really So Strange?"
17 - "Girlfriend In A Coma"/ "Work Is a Four Letter Word"
18 - "I Started Something I Couldn't Finish"/ "Pretty Girls Make Graves"
19 - "Last Night I Dreamt Somebody Loved Me"/ "Rusholme Ruffians"
20 - "Sweet And Tender Hooligan"/ "I Keep Mine Hidden"
21 - "There Is A Light That Never Goes Out"/ "Half A Person"
22 - "Some Girls Are Bigger Than Others"/ "The Draize Train"
23 - "Stop Me If You Think You've Heard This One Before"/ "Girlfriend In A Coma"
24 - "Hand In Glove"/ "I Don't Owe You Anything"
25 - "William, It Was Really Nothing"/ "How Soon Is Now"

Texto extraido da Rolling Stone vide link abaixo.
http://www.rollingstone.com.br/secoes/novas/noticias/12116/









8/16/2011

"Reflexões de Franchico Padilha"


Um certo dia um sábio me disse "O Homem ainda vira merda".matutei sobre sua ciência e me assentei a pensar e repensar sobre o aquele ancião, um mês depois pude constatar a veracidade que aquele visionário me falou.

Lá pelas 7:00hs já um pouco atrasado para a labuta de cada dia me pus a fumar a "Maria Joana" matinal pois encarar careta um transporte público não é nada fácil, após cinco ou quatro tentativas de embarcar no coletivo abiscoitei...apenas isso pois ao adentrar tudo ficou estagnado......a concentração por metro quadrado era sufocante e os dizeres do povo complementava a moléstia matinal .
Alguns minutos a frente uma concentração de mulheres vinham ao meu encontro com ar desesperador, como se ali estivessem visto o próprio Demo ou Príncipes das trevas como quiserem, concomitantemente subiu uma fragrância brusca de merda que no qual fez com que todos ali quase vomitassem simultaneamente em cima do meu sonolento corpo estancado e esmagado.
Uma gritaria tomou conta do coletivo, e eu ali sem enxergar categoricamente nada me piquei a pensar......será que pisaram na merda?, será que vomitaram e os resíduos caíram em cima de alguém?.Eis que como brotasse do inferno ou esgoto surge o “HOMEM MERDA”, uma criatura que acredito ter sido fabricada com pedaços de todos os cocos do centro de São Paulo......depois de alguns minutos os passageiros conseguiram arremessá-lo para fora do ônibus.
Ao passar pela porta pude olhar em sua face e para a minha surpresa era ele, o próprio sábio que outrora me jurava que o Homem viraria merda , será que foi um sinal do apocalipse?, será que realmente estava testando a fragilidade Humana?, ou será que de fato mostrou que iremos sucumbir ao final de nossa sustentação?

Franchico Padilha

8/10/2011

Vai ler!


"A Divina comédia dos Mutantes"

Uma história que é a síntese de uma época de muitas contradições, contrastes, e de uma efervescência que nossos tempos mauricinhos desconhecem. A descrição de uma saga que não se limita a trajetória do grupo, mas se extende ao contexto de toda uma época.
Editora: 34
Autor: CARLOS CALADO
ISBN: 8573260092
Origem: Nacional
Ano: 1996
Edição: 2
Número de páginas: 358
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

Você sabia???



Até o século 19, 80% de todas as cordas e lonas eram feitos de Maconha. 80% de todas de velas de barcos eram feitas de Maconha. As próprias velas e cordas das caravelas de Cristovão Colombo e Cabral quando invadiram as Américas eram todas feitas de Maconha. A própria palavra canvas é derivada da palavra em Grego que significa Cannabis.

"New Wave no Brasil"






O movimento New Wave coincidiu com o surgimento do Rock Brasil , que foi fundamental para os alicerces do rock atual brasileiro.
Basicamente as bandas e artistas da época importavam muitas das características sonoras e estéticas de fora. Aos poucos, porém, foi sedimentando toda uma estrutura inexistente, que acabou por colocar os fundamentos musicais do rock brasil.Não se pode falar de rock feito no Brasil, sem falar da geração 80.O mais interessante que o movimento New Wave no Brasil fundiu-se com o Punk, Diretas Já e o fim do regime militar. Realmente um caldeirão efervescente de idéias e ânimo.abaixo um pouco das bandas que foram influenciadas pelo NEW WAVE.

• Titãs (os Titãs do iê iê)
• Kid Abelha (e os Abóboras Selvagens)
• Eletrodomésticos
• Fausto Fawcett (e os Robôs Efêmeros)
• Blitz
• Metrô
• Ira!
• Inimigos do Rei
• Paralamas do Sucesso
• Legião Urbana
• Neusinha Brizola
• Lobão (e os Ronaldos)
• Alice Pink Pank
• RPM
• Plebe Rude
• Rádio Táxi
• Dr. Silvana & Cia
• João Penca & Seus Miquinhos Amestrados
• Léo Jaime
• Barão Vermelho
• Ultraje a Rigor
• Gang 90 e as Absurdettes
• Tokyo
• Uns e Outros
• Capital Inicial
• Marina Lima e banda
• Absyntho
• Magazine
• Herva Doce


Mais figuras que envelheceram junto com o Rock

Bob Dylan


David Bowie

Sting

Bono Vox







"O Arcano do Edificio Joelma"


Sexta-Ffeira, dia 1º de fevereiro de 1974

Há quase 37 anos um incêndio parou São Paulo. Era sexta-feira, 1º de fevereiro de 1974, e aproximadamente 756 pessoas distribuíam-se pelos 25 andares do Edifício Joelma (hoje nomeado Edifício Praça da Bandeira), localizado no nº 225 da Avenida Nove de Julho, Praça da Bandeira, região Central de São Paulo - Brasil.

Por volta das 08:50 horas um funcionário ouviu um ruído de vidro rompendo, proveniente de um dos escritórios do 12º andar. Foi até lá para verificar e constatou que um aparelho de ar condicionado estava queimando. Foi correndo até o quadro de luz daquele piso para desligar a energia; mas ao voltar encontrou fogo seguindo pela fiação exposta ao longo da parede. As cortinas se incendiaram e o incêndio começou a se propagar pelas placas combustíveis do forro. Correu para apanhar o extintor portátil, mas ao chegar não conseguiu mais adentrar à sala, devido à intensa fumaça. Subiu as escadas até o 13º andar, alertou os ocupantes e ao tentar voltar ao 12º pavimento, encontrou densa fumaça e muito calor. A partir daí o incêndio, sem controle algum, tomou todo o prédio. Foram feitas várias corridas de elevadores até que a atmosfera permitisse, salvando muitas pessoas; porém uma ascensorista na tentativa de salvar mais vidas, após as condições ficarem muito ruins, morreu no 20º andar.

Fotos do Edifício Joelma em chamas no dia 1º de Fevereiro de 1974


Segundo perícias, a causa do incêndio foi um curto-circuito em um equipamento de ar-condicionado em um dos andares, provocando um super aquecimento na fiação elétrica, gerando o primeiro foco de fogo, o qual se espalhou por todo o edifício.

O saldo da tragédia foi de 179 mortos e 300 feridos.

Uma das tragédias desse incêndio que mais impressionou, foi o fato de treze pessoas tentaram escapar por um elevador, não conseguindo, e morrendo carbonizados em seu interior, sendo que devido ao estado dos cadáveres, os corpos não foram identificados, pois naquela época ainda não existia a análise de DNA, sendo então enterrados lado a lado no Cemitério São Pedro, localizado na Av. Francisco Falconi, 837, Vila Alpina em São Paulo.
Os corpos deram origem ao mistério das Treze Almas, e a elas são atribuídos milagres, ficando conhecidas como as 13 Almas não identificadas. Muitos acreditam que os espíritos das pessoas mortas no incêndio vagueiam pelo prédio até os dias de hoje.
O local atrai centenas de curiosos, principalmente às segundas-feiras, dia das almas. Ao lado da sepultura, existe hoje uma capela.
"Contam alguns visitantes que em certos momentos ouvem sons de pessoas chorando, e quando vão verificar de onde vem, descobrem que o som está sainda da tumba dos 13 corpos vítimas do incêndio, sendo que o som dos choros só para quando colocam água sobre a sepultura".
Esse é mais um dos mistérios que rondam o incidente do Edifício Joelma.

"Relatos de fatos estranhos e sombrios no interior do Edificio"

"Em um escritório da advocacia alugado pouco tempo após a re-inauguração, uma assistente ficou até mais tarde para organizar os documentos deixados no final do expediente.
Como já era tarde da noite, e devido a existência de muitas salas ainda vazias e sem utilização, o prédio mantinha um silêncio sombrio e assustador.
Isso em conjunto com as lembranças do incêndio que ocorreu no passado, produzia um ambiente ainda mais assustador.
Em certo momento a assistente ouviu um barulho na ante-sala do escritório, como se a porta tivesse sido aberta.
Quando ela foi olhar, a porta estava fechada, como havia estado antes.
Então ela imaginou que fosse uma outra porta em outra sala do mesmo andar que havia gerado aquele ruído.
Instantes depois ela ouviu o baruho novamente, e quando se voltou, viu um vulto de uma mulher passando pela ante-sala.
Ela se assustou chegando a dar uma grito.
Foi observar novamente e não havia ninguém no local, apenas ela. Rapidametne ela pegou suas coisas, e saiu do escritório. Quando foi trancar a porta, novamente ela viu o vulto de uma mulher no fundo do corredor, desaparecendo em seguida.
A assistente rapidamente deixou o edifício e tempos depois se demitiu, pois havia a necessidade de ficar em alguns dias até mais tarde e ela não concordou com a solicitação, temendo ver aquele vulto novamente ou algo ainda pior ".

Este outro fato foi relatado por um motorista que fazia entregas no Edifício:

"Havia chegado com minha perua Kombi no sub-solo do Edifício "Praça da Bandeira", para entrega de algumas encomendas, isso aproximaamente às 20:00' horas.
Estacionei como de costume, sendo que meu ajudante retirou as encomendas da perua para entregá-las no local solicitado. Permaneci então ali dentro da perua sozinho, aguardando o retorno do ajudante para irmos embora.
Algum tempo depois, como que por espanto, vi surgir no fundo do estacionamento uma mulher vestida toda de branco, sendo que ela veio se deslocando em direção à minha perua.
Nesse momento notei que ela não estava caminhando, e sim flutuando a alguns centímetros do chão, indo em direção à outra parede do estacionamento, desaparecendo em seguida.
Saí então da perua e subi até o andar onde estava meu ajudante, e contei para ele o acontecido, saindo em seguida rapidamente do edifício.
Hoje evito de todas as maneiras fazer entregas à noite naquele local".

SERIA A INFLUÊNCIA DO PASSADO PREJUDICANDO O LOCAL?

"O CRIME DO POÇO"



O Poço construído nos fundos da casa com o objetivo de servir de Túmulo para as Vítimas do Crime

Dia 23 de novembro de 1948, depois de várias denuncias do estranho desaparecimentos de mulheres em uma casa da Rua Santo Antonio, no Bexiga, o químico e professor Paulo Ferreira de Camargo suicida-se no exato momento em que a policia retirava do poço do seu quintal os corpos de sua mãe e das duas irmãs, pessoas que ele havia matado há 19 dias.

“O Crime do Poço” como ficou conhecido, foi uma vingança de Paulo contra sua família que não aceitava seu romance com uma enfermeira. Havia muitas especulações, pois o suicida não dera nenhuma explicação.
Ao perceber a presença da polícia, cometeu o suicídio, deixando para sempre dúvidas e suposições das mais absurdas.

Paulo Ferreira de Camargo era Professor do Departamento de Química da Universidade de são Paulo, a qual se localizava naquela época na alameda Glette. Uma carreira brilhante, interrompida estupidamente.

Descobriu-se posteriormente que o Professor Paulo Ferreira fazia uso de drogas, isso talvez devido ao fácil acesso aos produtos químicos em sua profissão.

Também foi revelado por companheiros de onde lecionava, que o Professor Paulo Ferreira já apresentava à algum tempo um comportamento desiquilibrado, pois andava armado, e segundo constactado, havia efetuado disparos com seu revolver no interior do laboratório de química da faculdade.

Observa-se que após a retirada dos corpos das vítimas de dentro do poço, um dos bombeiros morreu de infecção cadavérica, sugerindo ser mais uma vítima da "maldição" contida no local.

[Obs.: Infecção Cadavérica: (Infecção cadavérica é uma infecção adquirida qdo em contacto com cadáveres, geralmente em necrotérios. O cadáver em decomposição é um depositório de bactérias e qdo entra em contacto com alguém sem luva, máscara, dá-se o contágio, provocando diversos tipos de infecções pelo corpo da vítima).]

A casa ficou fechada por muitos anos. Mais tarde foi demolida e no seu terreno foi construído o Edifício Joelma de tão triste memória.
O Professor Paulo Ferreira de Camargo (O Assassino) Momento do resgate dos corpos no interior do Poço
(Local onde o Bombeiro adquiriu a Infecção Cadavérica) "Os acontecimentos ocorridos na área do Edifício Joelma seriam obra do acaso, ou haveria alguma maldição naquele local, talvez influenciada pelo crime ali cometido?

Quem sabe? A única certeza é que essa, bem como outras respostas estão
"Além da Imaginação!"
OS MISTÉRIOS DO
EDIFÍCIO JOELMA Nesta cena, pode-se notar nitidamente à direita, a imagem de uma mulher de forma "transparente".

Quando visualizada esta imagem pelas pessoas que participaram das filmagens, todos ficaram espantados, pois não havia ninguém além dos atores no local da fotografia.

"Seria um dos "Fantasmas do Edifício Joelma"?
Corpo do Professor Paulo Ferreira de Carmargo, quando encontrado no banheiro de sua residência, após ter se matado com um tiro de garrucha no peito. Corpos das Vítimas após terem sido retirados do poço pelos soldados do corpo de bombeiros.
Os corpos estavam de cabeça para baixo com sacos cobrindo suas cabeças.

O Professor Paulo Ferreira de Camargo (O Assassino)

Momento do resgate dos corpos no interior do Poço
(Local onde o Bombeiro adquiriu a Infecção Cadavérica)


Corpo do Professor Paulo Ferreira de Carmargo, quando encontrado no banheiro de sua residência, após ter se matado com um tiro de garrucha no peito.
Corpos das Vítimas após terem sido retirados do poço pelos soldados do corpo de bombeiros.
Os corpos estavam de cabeça para baixo com sacos cobrindo suas cabeças.

MISTÉRIO!!!????

Texto original alem da imaginação.
http://www.alemdaimaginacao.com/Noticias/Os%20Misterios%20do%20Joelma.html

8/08/2011

"Madame Satã"

"Pague para entrar, reze para sair"

Nos anos 80, era impossível falar de underground sem citar esta famosa casa noturna. O Madame Satã marcou toda uma geração paulistana e seu endereço hoje encontra-se lacrado e vazio. Tornou-se mais um entre os diversos imóveis abandonados da Bela Vista.

Abaixo um link de uma reportagem super bacana sobre o Madame

Madame satã!...Pague para entrar, reze para sair

Você acha que já passou FRIO?, morra e pergunte a este Oficial Russo congelado há 20 graus negativaços em uma das batalhas da grande Segunda Guerra Mundial.


Você sabia???


Como se faz um disco de Vinil?????

Primeiro, o áudio entregue pelo cliente é analisado pelo operador do corte de acetato, que verifica se atende aos princípios básicos para um corte sem distorções ou “pulos”. Alguns defeitos podem ser corrigidas por ele mesmo no momento do corte, outros não.
Depois, o operador do corte transfere o som de cada lado do disco, para um acetato de 14 polegadas. Após o corte, ainda verifica no microscópio – tão importante quanto a verificação auditiva – se os sulcos do disco estão preservados. Aprovado o corte, o acetato é imediatamente conduzido ao setor de galvanoplastia, para transformá-lo em matrizes de níquel para serem colocadas nas prensas.
Corte do acetato

Galvanoplastia
Na galvanoplastia, os acetatos passam por vários processos até a superfície gravada ser coberta por um banho de prata – “um dos momentos mais bonitos em uma fábrica de discos”, acrescenta João Augusto. Em seguida, são colocados em um primeiro banho de sulfamato de níquel, que é chamado de “banho flash”. Após 40 minutos de processamento por eletrólise, a peça é transferida para outro banho de sulfamato de níquel, chamado de “banho de engrossamento”, onde, depois de quase duas horas, é gerada a primeira peça metálica: um negativo do disco, chamado de “original”. Este original, depois de passar mais alguns processos, volta ao “banho de engrossamento” para gerar a segunda peça metálica, a “Madre”, que é ouvida com uma agulha especial para verificação de integridade e qualidade.

Galvanoplastia

Cortador de Borda
Depois de aprovada, a “madre” volta ao “banho de engrossamento” para gerar as matrizes, que serão perfiladas nas bordas e no centro para serem colocadas nas prensas hidráulicas. Elas fazem os discos nascerem de uma mistura de PVC e outros elementos. Na parte de baixo da prensa, fica a pastilha onde é colocada a matriz do lado A do disco. É uma peça de quase 50 quilos feita em aço, cujo interior parece um labirinto, por onde passam o vapor gerado pela caldeira e a água fria. Na parte superior da prensa, é colocada a matriz do lado B do LP.

Cortador de borda

Antes os rótulos ficam cerca de 24 horas em um forno especial com temperatura média de 90º. Já na prensa, o operador coloca o rótulo do lado A com a face para baixo. A massa quente de PVC é “cuspida” pelas extrusoras na quantidade exata e o rótulo do lado B voltado para cima é colocado. Na temperatura aproximada de 160º e com peso equivalente a 100 toneladas, as pastilhas se fecham e permanecem cerca de 20 segundos assim , para que a água fria condense a massa. Tão logo as pastilhas se abrem, o prensor retira o disco, corta sua borda em uma peça giratória equipada com uma super-lâmina, coloca-o dentro do envelope (plástico ou papel) e o deposita para repouso, pelo mínimo de 8 horas, em caixas de madeira especiais que comportam até 100 discos, com separações a cada 10.

Caldeira ..

Até mais